26/02/2011

ACLAMAÇÃO MEMORIAL

A Aclamação Memorial
 
Função:
O missal oferece algumas fórmulas que expressa o anúncio do Mistério Pascal, comemorando o abaixamento e a glorificação do Senhor e pedindo sua vinda. Das três aclamações propostas no Missal, as traduções mais "aclamativas" são a primeira e a terceira ("Vinde, Senhor Jesus!"; "Salvador do mundo, salvai-nos!"). textos alternativos que expressam a fé na presença real, naquele momento, devem ser excluídos, pois alteram o sentido litúrgico do Mistério que se celebra. esse é o momento do Memorial, do anúncio do Mistério Pascal, e não de devoção à Presença Real. Portanto, não se deve substituir essa aclamação por um canto eucarístico.

Forma:
Sendo uma das aclamações mais importantes da Missa, convém muito que seja cantada por todos, em resposta à introdução "Eis o mistério da Fé!", entoada por quem preside.
Seria muito funcional se a melodia desta introdução já indicasse com qual das três aclamações o povo deverá responder (cf. Hinário Litúrgico, 3° fascículo, pag. 45).
 
Dicas:Fundamentalmente não se deve deixar de cantar esta aclamação, conforme dito anteriormente, uma vez que, trata-se de um dos principais cantos da Missa.
O uso da criatividade é livre, pois, estas respostas são até hoje pouco musicadas. Faça-se uma melodia rica de forma a valorizar a importância do momento.
Lembrem-se, não pode haver alteração no texto das três opções; "Anunciamos Senhor..."; "Salvador do mundo salvai-nos..."; Todas as vezes que...", mas pode haver repetição das frases para que haja sentido melódico, sem que isto traga prejuízo ao texto original.
Canto Eucarístico não!!! Não é momento de fazer adoração!!! O momento é mais ampla que a presença Real. Canto de exaltação da presença Real só se for solicitado pelo presidente da celebração e se este não substituir a resposta eucarística correta.
Não é livre a escolha de qual das três resposta será cantada, ela tem que estar de acordo com a Oração Eucarística que será seguida, então antes da Missa começar pergunte ao presidente da Celebração qual oração Eucarística ele seguira e escolha então a resposta daquela oração.
 
Melhores exemplos:
 Na Comunidade Canção Nova é cantado um lindo "Anunciamos Senhor" 

Fonte:http://msbvalenca.blogspot.com/2008/06/como-escolher-msicas-para-missa-com.html
 

AMÉM

O grande "Amém" (Doxologia) (Rm 1,25; Ap 22,20s)
 
Função:
Mediante esta aclamação, os fiéis, concordando com toda a Oração Eucarística, proclamada por quem preside, assumem-na solene e enfaticamente como sua.
 
Forma:
Para ser mais efetivo, o "Amém" pode ser repetido ou, de preferência, acrescentado com outro texto aclamativo, assim como o Missal prevê.
Também nesta aclamação, seria recomendável se o "Amém!" do povo estivesse no mesmo tom da doxologia, cantada por quem preside.
Arranjos musicais para vozes iriam reforçar bem esta aclamação comunitária.
 
Dicas:Obrigatoriamente deverá ser cantado, uma vez que, trata-se de um dos principais momentos de Missa.
Merece receber dos músicas uma roupagem melhor trabalhada, de forma a enriquecer a sua melodia.


Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/06/como-escolher-msicas-para-missa-com_15.html

PAI NOSSO

O "Pai-Nosso"
 
Função:
A "Oração do Senhor" introduz nossa participação imediata para a participação no Banquete Pascal.
 
Forma:Para superar o costume problemático do povo em nossas igrejas, em geral, que reza apressadamente e canta de maneira arrastada, a melhor maneira é a de se cantar o "Pai-Nosso" numa melodia simples, no estilo de cantinela.
No 3° fascículo do hinário Litúrgico encontram-se nove fórmulas para cantar esta oração, entre as quais uma com a antiga melodia gregoriana (p. 28) e duas baseadas na folcmúsica religiosa (pp. 60 e 63).
Como é um texto bíblico, na versão do missal, omitam-se as paráfrases ou versões alternativas.


Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/08/como-escolher-msicas-para-missa-com_22.html

VOSSO É O REINO

A Aclamação "Vosso é o Reino"
 
Função:
Esta aclamação desenvolve e conclui o embolismo que segue a Oração do Senhor.
 
Forma:
Esta doxologia é, primeiramente, cantada por todos, sobretudo quando se canta o "Pai-Nosso" (Cf. hinário Litúrgico, 3/ fascículo, págs. 29, 37, 48, 59, 60 e 63). Por fazer parte da Oração do Senhor, seria conveniente ambas as partes seguirem uma mesma melodia.
Também aqui o coral poderá destacar a aclamação do povo com arranque de vozes. 


Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/08/como-escolher-msicas-para-missa-com.html

CANTO DE PAZ

O Canto de Paz
 
Função:
Acompanhar o gesto da saudação da paz. É um canto facultativo, podendo ser reservado para ocasiões especiais. Não pode substituir ou abafar o canto do "Cordeiro de Deus", que tem a preferência, durante o rito da fração do pão.
 
Forma:
Em oportunidades mais simples, sobretudo quando se trata de celebração com grupo reduzido de quando se trata de celebração com grupo reduzido de pessoas, que seja canto discreto, curto, para não provocar uma "quebra" no estilo peculiar da celebração.
Em outras oportunidades maiores e festivas, sobretudo em se tratando de grandes assembléias, pode ser canto mais desenvolvido e vibrante, que expresse a alegria pascal do Povo de Deus, seu vivo sentimento de fraternidade em Cristo.
 
Dicas:Não precisa conter em sua letra a palavra "Paz". Tem somente que traduzir o sentido da cumplicidade e da saudação entre os irmãos.
Caso tenha-se que optar por um entre "Paz" e "Cordeiro", opte sempre pelo canto do Cordeiro de Deus. Lembre-se o Canto de Paz só existe no Brasil, então é um canto que possui valor somente na Cultura e não na Liturgia.
 
Melhores exemplos:
  • A paz -"Aperte a minha mão" (Mons. Jonas Abib -cd Eu e minha casa serviremos ao Senhor) -Cifra
  • Bom e agradável (Walmir Alencar -cd Onde está o teu irmão?) -Cifra
  • Quero te dar a Paz (Padre Zeca -cd Quero Paz) -Cifra
Fonte:  http://msbvalenca.blogspot.com/2008/06/como-escolher-msicas-para-missa-com_29.html

CORDEIRO DE DEUS

O "Cordeiro de Deus"
 
Função:
Este canto litânico acompanha o partir do pão, antes de se proceder a sua distribuição. Não deve ser usado como se fosse uma maneira de encerrar o movimento criado na assembléia durante o abraço da paz.
 
Forma:
A invocação e a súplica, eventualmente executadas de modo dialogado por um solista ou coral e a assembléia, podem ser repetidas quantas vezes o exigir a ação que acompanham, terminando sempre com a resposta: "Dai-nos a paz!".
Ao contrário do "Santo" e do "Pai-Nosso", o "Cordeiro de Deus" não é necessariamente um canto do povo e pode ser cantado apenas pelo coral.
Quem inicia esse canto não é quem preside, mas a assembléia (cantor, dirigente).
O ritmo e o modo de execução sejam condizentes com o sentido de invocação e súplica, próprio do canto do "Cordeiro de Deus", que só deve ser executado no momento de partir o pão eucarístico.
 
Dicas:Como já foi dito anteriormente o canto do 'Cordeiro de Deus" não deve ser o término do "Canto de Paz". Há ai a necessidade de um intervalo de tempo entre a execução desses dois cantos.
O
'Cordeiro de Deus" é muito mais importante do que o "Canto de Paz", que é algo sobreçalente e dispensável. Portanto se houver necessidade de escolha de execução entre esses dois cantos optem SEMPRE pelo 'Cordeiro de Deus".
A execução desse canto deve se dar SOMENTE no momento do partir do pão eucarístico, feita pelo presidente da celebração (Só quando o presidente pegar o pão e o partir é que se deve entoar o canto).
A forma tradicional
; "Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo tende piedade de nós(2x), Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo dai-nos a Paz", não é obrigatória. Inpreterivél é somente o término com; "Dai-nos a Paz".
Lembr-se cabe ao Ministério de Música iniciar esse canto!
 
Melhores exemplos:
  • Cordeiro de Deus (Comunidade Shalom -cd Na Dança da Vida) -Cifra
  • Ó Cordeiro de Deus (Padre Zezinho) -Letra
Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/07/como-escolher-msicas-para-missa-com.html

COMUNHÃO

O canto de Comunhão

Função:
O canto de Comunhão visa, muito especialmente, a fomentar o sentido de unidade. É canto que expressa o gozo pela unidade do Corpo de Cristo e pela realização do Mistério que está sendo celebrado. Por isso, a maior parte dos hinos eucarísticos utilizados tradicionalmente na adoração do Santíssimo Sacramento não é adequada para este momento, pois ressalta, apenas a fé na Presença Real, carecendo das demais dimensões essenciais do Mistério da Fé.
A letra não se reduza a expressão excessivamente subjetiva, individualista, intimista e sentimentalista da comunhão. Que ela projete a assembléia como um todo, e cada uma das pessoas que participam, para a constituição do Corpo Místico de Cristo. Em certas oportudidades, favoreça mais ao recolhimento, a fim de evitar um comungar puramente rotineiro e inconsciente. Em outras, sobretudo por ocasião de Festas maiores, faça desabrochar a alegria e a exultação, como se diz da experiência eucarística das primeiras Comunidades Cristãs.
O fato de a Antífona da Comunhão, em geral, retomar um texto do Evangelho do dia revela a profunda unidade entre a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística e evidencia que a participação na Ceia do Senhor, mediante a Comunhão, implica um compromisso de realizar, no dia-a-dia da vida, aquela mesma entrega do Corpo e do Sangue de Cristo, "oferecidos uma vez por todas" (Hb 7,27).

Forma:
A forma que a tradição litúrgica oferece para o Canto de Comunhão, a de um refrão retirado do texto do Evangelho do dia alternado por versos de um salmo apropriado, foi mantida no 3° fascículo do Hinário Litúrgico da CNBB, nos cantos de Comunhão dos Anos A, B, e C.
Esta forma dialogal ajuda os fiéis a receber o Sacramento do Corpo e Sangue de Cristo livres da necessidade de carregar livros ou folhas.
Também durante a Comunhão, a forma de um tropo, não prolongado demais, com um refrão poderia ser funcional. O texto do tropo seria, de preferência, uma citação do Evangehlo do dia, utilizando-o no Mistério eucarístico.
Não é necessário que esse canto se prolongue, ininterruptamente, durante todo o ato de repartir o Pão do Céu. Em certas oportunidades seria até vantagem interromper os versos por interlúdios instrumentais, tornado o canto menos maçante e favorecendo a interiorização.
Em algumas oportunidades, é importante que ela faça transbordar a alegria da Festa, sendo um canto exultante, desfecho vibrante de toda a celebração, cantando com a espontaneidade do sorriso e do apaluso, sem que isso em nada desmereça, pelo contrário, exalte, a presença maior do Senhor, com quem a Assembléia entra, gostosamente, em comunhão.
Outra possibilidade é selecionar refrãos bem conhecidos da assembléia, sobretudo em celebrações de massa, cantá-los um após outro, com interlúdios instrumentais.
Dicas:Talvez seja esse, o canto que mais gera interrogações na cabeça das pessoas, essas, responsáveis por sua escolha e execução durante a celebração eucarística.
Como dica de como se processar essa ação explicarei como nós do Ministério São Bento fazemos.
Como já dito anteriormente não vale cantos que exaltem "UNICAMENTE" a Presença Real de Jesus - PS. pode se ter um canto de comunhão que exalte a Presença Real, desde que não se reduza somente a isso! "Sacramento da Comunhão" (Nelsinho Corrêa -cd Quem me segurou foi Deus) é um exmplo de canto que exalta a Presença Real de Cristo mais não se reduz a isso, cabendo perfeitamento como canto de Comunhão.
-O canto de Comunhão deve ser escolhido de acordo com as Leituras da Missa.
-Após as leituras dos textos deve-se extrair o sentido daquela Celebração.
-Sabendo então o sentido da celebração deve-se escolher o canto de acordo com o mesmo; "Se o sentido da Missa é do Filho Pródigo (perdão, reconciliação e etc), não se deve falar por exemplo de Vocação, entendeu"?! Cabe nesse contexto qualquer canto que esteja inserido no sentido do Filho Pródigo, onde o conteúdo da música enfoque as caractrísticas dessas passagens. OBS: Nesse caso, do Filho Pródigo, não é necessário que na letra do canto tenha a palavra; "Filho Pródigo" o que se pede é que a letra contenha os sentidos "desse filho", como: perdão, reconciliação, amor de Pai e etc.
-No caso de Solenidades da Igreja; Festa de São Pedro e São Paulo, Santíssima Trindade, Ressurreição do Senhor, ou seja, quando for uma ocasião com "Ofício Solene Próprio" esse canto deve acompanhar o sentido da Solenidade. Tal quando se tratar de "Festa da(o) Padroeiro(a), o sentido do canto pode lembrar a vida daquele Santo(a).
-Quando não se achar um canto que traduza as leituras (o Sentido da Celebração), basta um canto Eucarístico Simples. Esse canto não deve falar de algo diverso do que trata a celebração, como por exemplo a música; Pão da Vida (Paulão -cd Eu e minha casa serviremos ao Senhor).
-Lembrem-se então que esse momento não é de Adoração, Contemplação, santimentalismo. Então o canto de comunhão só deve ter essa forma se o sentido da Celebração tiver essas características!
Melhores exemplos:
  • Pão da Vida (Monsenhor Jonas Abibb -cd Como é linda a nossa família) -Cifra
  • Quando teu pai Revelou o segrego a Maria (Dom Navarro -cd Vem Louvar IV) -Cifra
  • Toma e Come (Diego Fernandes -cd Folha em Branco) -Cifra
  • Milagre de Amor (Juliana de Paula -cd Obra de Arte) -Cifra

Obs; Pessoal nós já vimos que o canto de Comunhão não um dos cantos mais importantes da Celebração, mas devemos dar a ele grande atenção, pois, este serve de veículo de encontra entre a Assembléia e Jesus Eucarístico.

Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/07/como-escolher-msicas-para-missa-com_16.html

PÓS COMUNHÃO

O canto de "Ação de Graças"
 
Função:   
A Didaqué, um documento da segunda metade do primeiro século do cristianismo, que recolhe instruções e práticas das Igrejas de então, já testemunha o uso de uma ação de graças após a comunhão. Sobretudo se durante o repartir do Pão Eucarístico houve música instrumental ou canto polifônico do coro, um canto da assembléia em seguida poderia ser expresssão apropriada de unidade no Senhor Jesus. Este canto não é necessário, e às vezes nem desejável, quando já houve um Canto de Comunhão, com participação do povo, que se prolongou por algum tempo após a distribuição do alimento eucarístico. Recomenda-se, então, o silêncio sagrado, um momento de interiorização após a movimentação ou exultação que poderá ter caracterizado a procissão de comunhão.

Forma:
Dado que não é especificado nenhum texto particular, há campo aberto para a criatividade criteriosa. O mais desejável e proveitoso seria se esse canto fossse uma resonância da Leitura da Palavra.
Não seria muito lógico cantá-lo após a bênção e despedida, depois que o povo já recebeu o convite para retirar-se, ou seja, para sair em missão.
 
Dicas:Ao contrário do que muitos pensam esse canto não possui grande importância na Liturgia, uma vez que, o silêncio após a comunhão, é de grande observância. Em alguns monentos é mais importante se fazer silêncio (como interiorização), do que cantar um canto pós comunhão.
Caso opte-se por sua execução, pergunte antes, ao Presidente da Celebração, qual a opnião dele a respeito desse momento.
Lembre-se; como não há uma forma pré-definida da estrutura desse canto procure aproximar sua letra ao máximo do sentido da Celebração.
Sendo assim só execute esse canto caso; 1) Haja necessidade de aprofundamento do sentido da Clebração; 2) OPresidente da Celbração tenha autorizado ou pedido sua execução; 3) Letra próxima ao sentido da Clebraçaõ.

obs. caso não se consiga um canto próximo ao da celebração, opte por um que seja de agradecimento -pela vida, trabalho, família etc.
 
Melhores exemplos:

  • Obrigado Senhor (Jean Carlo -cd Obrigado, Senhor) -Cifra
  • Amar-Te mais (Nicodemos Costa -cd Amar-Te mais) -Cifra
  • É impossível (Jean Carlo -cd Obrigado, Senhor) -Cifra 
Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/07/como-escolher-msicas-para-missa-com_23.html

CANTO FINAL

Canto final ou de despedida

Deve haver canto final?... Normalmente, não tem sentido. A reforma conciliar pôs o "Ide em maz" como última fórmula da celebração, e seria ilógico um canto neste momento, pois a assembléia está dispensada. O ideal seria o próprio "Ide em paz", ou fórmula que lhe corresponda, ser cantado pelo diácono ou cantor e respondido pelo canto da assembléia que se vai. Durante a saída do povo, o mais conveniente seria um acompanhamento de música instrumental. Se em alguma ocasião parecer oportuno um "canto final", por exemplo o hino do Padroeiro ou Padroeira na sua festa, ou hino em honra da Mãe do Senhor em alguma de suas comemorações, que ele seja cantado com a presença de todo o mundo, logo após a benção, antes do "Ide em paz".


Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/07/como-escolher-msicas-para-missa-com_9679.html

VIA SACRA