26/02/2011

CANTO DE ENTRADA

O canto de Abertura -Canto Processional
 
Função:
O canto de abertura, inserido nos ritos iniciais, cumpre antes de tudo o papel criar comunhão. Seu mérito é de convocar a assembléia e, pela fusão das vozes, juntar os corações no encontro com o Ressuscitado, na certeza de que onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, eu estarei no meio deles (Mt 18,20). Este canto tem de deixar a assembléia num estado apropriado para a escuta da palavra de Deus.
 
Forma:
A vantagem do povo responder com um refrão (cantado de cor!) a alguns versos, entoados por um cantor ou coral, é de os fiéis mais livremente poderem olhar para a procissão de entrada dos ministros.
Um canto estrófico não seria tão indicado durante a procissão de entrada, mas poderia, eventualmente, ser funcional após a procissão, a fim de a comunidade, agora formada, poder firmar-se mais através de um hino cantado por todos.
O cântico de entrada é executado alternadamente pela schola e pelo povo, ou por um cantor alternando com o povo, ou por toda a assembléia em conjunto, ou somente pela schola.

Dica:
O canto de entrada tem de estar de acordo com o Tempo Litúrgico e nas ocasiões festivas e/ou Solenidades, estar de acordo com a ocasião celebrada.

Melhores exemplos:

  • Quem é filho de Deus (Vida Reluz -cd Deus Imenso) -cifra
  • Dia de Festa (Eliana Ribeiro -cd Espera no Senhor) -cifra
  • Deixa a Luz do céu entrar (Ada Blenkhom -cd Paulinas COMEP) -cifra 
Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/04/como-escolher-msicas-para-missa-com.html

ATO PENITENCIAL

Kírie (Senhor, tende piedade)- Cantos do Comum

Função:
A breve ladainha do "Senhor, tende piedade" tradicionalmente era uma oração de louvor a Cristo ressuscitado feito "Senhor", pela qual a Igreja pedia que mostrasse a sua amorosa bondade. Posteriormente, este canto foi incorporado ao rito penitencial e começou a fazer parte de um momento de reconciliação. Este rito vem ao encontro daqueles e daquelas que, ao defrontar-se com divina presença, se setem, talvez, acuados, com Simão Pedro após o milagre da PESCA: Senhor, afasta-te de mim, sou um pecador! (Lc 5,8). A música, o canto, a expressão corporal, nesse momento, devem propiciar o encontro com o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação (2Cor 1,3), que nos liberta de toda culpa e nos reconstitui a paz pelo Sangue de Cristo derramado na cruz (Cl 1,20).

Forma:
Os Hinários Litúrgicos da CNBB oferecem vários modelos para o canto: por exemplo, no 3° fascículo: "Se sofrimento te causei, Senhor", p.79; "Senhor, Bom Pastor", p.80. Neste momento também cabe o rito da aspersão, uma vez que, este tem sinal de limpeza dos pecados.
Depois do ato penitencial, diz-se sempre o Senhor, tende piedade de nós (Kírie, eléison), a não ser que já tenha sido incluído no ato penitencial. Dado tratar-se de um canto em que os fiéis aclamam o Senhor e imploram a sua misericórdia, é normalmente executado por todos, em forma alternada entre o povo e a schola ou um cantor.
Cada uma das aclamações diz-se normalmente duas vezes, o que não exclui, porém, um maior número, de acordo com a índole de cada língua, da arte musical ou das circunstâncias. Quando o Kírie é cantado como parte do ato penitencial, cada aclamação é precedida de um «tropo».

Dicas:
Não precisa conter a forma: "Senhor-Cristo-Senhor", tem que traduzir a misericordia de Deus. A forma; "Senhor tende piedade" é a mais exigida, porém existem formas mais ricas as quais podemos encontrar no Missal Romano ou nos Salmos penitenciais (Sl 15; 25; 32; 50-51; 81; 85; 95; 130).
Antes de executar o canto é de bom grado fazer um breve momento de silêncio por toda a comunidade com uma fórmula de confissão geral.
Aos domingos, principalmente no tempo pascal, em vez do costumado ato penitencial pode fazer-se, por vezes, a bênção e a aspersão da água em memória do batismo.

Melhores exemplos:

  • Eu Canto Alegria Senhor (Áurea Sigrist) -cifra
  • Coração Inquieto (Ricardo Sá -cd Cantarei Vitória) -cifra
  • Misericórdia, Senhor, Misericórdia! (Micaela Berger -cd Campanha da Fraternidade 2005) -cifra 
 Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/04/como-escolher-msicas-para-missa-com_30.html

GLÓRIA


O "Glória" in excelsis
 
Função:O Glória, que é um hino antiquíssimo, iniciando-se com o louvor dos anjos na noite do Natal do Senhor, desenvolveu-se antigamente no Oriente, como homenagem a Jesus Cristo. Não constitui uma aclamação trinitária.
 
Forma:A forma atual do "Glória" deixa perceber que houve uma superposição de fórmulas diferentes. As invocações: "Tende piedade de nós" eram certamente respostas do povo em forma litânica.
A entoação inicial deste hino não é mais reservada a quem preside e pode ser feita por um solista ou pelo coral.
É recomendável as frase do "Glória", alternadamente, em dois grupos: por exemplo, coral e povo. Eventualmente, coral poderá cantar este hino sozinho, em ocasiões festivas.
A Liturgia não usa este hino nos tempos litúrgicos do advento e da Quaresma, certamente pelo fato de um hino festivo não sintonizar com um tempo penitencial. Talvez, este fato poderia ser bom motivo para executá-lo sempre cantado. Hinos se cantam, não se falam. Teria sentido, por exemplo, recitar o hino nacional em vez de cantá-lo?... Ou se canta, ou então não é hino! O hino do Glória não seja substituído por qualquer hino de louvor ou por paráfrases que se distanciam demasiadamente de seu sentido original.
 
Dicas:O Glória não é uma aclamação trinitária, sendo assim músicas que glorifiquem; Pai; Filho; Espírito Santo não devem ser usados como o "Glória".
Músicas tradicionais como: "...Glória, glória ao Pai o Criador, ao Filho Redentor, e ao Espírito glória!..." (Padre Jorge Trevisol) não é o indicado para ser usado para a glorificação durante a Celebração, pois além de ser trinitário, é o que alguns chamam de: "Glorinha", pois sua letra é reduzida e afastada do texto original.
 
Melhores exemplos:
  • Glória a Deus nas alturas (Comunidade Shalom -cd Na dança da Vida) -Cifra
  • Glória a Deus nas alturas (Eliana Ribeiro -cd Espera no Senhor) -Cifra
  • Glória a Deus nas alturas (Padre Ney Brasil) -Tom: D

Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/05/como-escolher-msicas-para-missa-com.html

ACOLHIDA DA BÍBLIA

O canto de acolhida do Livro das Sagradas Escrituras
 
Função:
Este canto, bastante usado nas comunidades, provoca atitude de alerta e exultação no momento em que o Livro Sagrado é introduzido solenemente na assembléia.
 
Forma:Em certas oportunidades, refrãos ( mantras) curtos e caráter meditativo, que favoreçam a interiorização e o silêncio necessários para a escuta da Palavra.
Em outras oportunidades mais solenes e festivas, refrãos animados, que provoquem a alegria da assembléia ao receber seu tesouro mais precioso, como aconteceu com o Povo de Deus nos tempos de Esdras (Ne 8, 5-6. 18).
Em todo caso, o canto do "Aleluia", com seu versículo extraído do Evangelho, seja reservado para o momento de aclamação solene e festiva do Evangelho. 


Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/08/como-escolher-msicas-para-missa-com_7651.html

SALMO


O Salmo Responsorial
 
Função:
Para a Liturgia da Palavra ser mais rica e proveitosa, há séculos um salmo tem sido cantado como prolongamento meditativo e orante da palavra proclamada. Ele reaviva o diálogo da Aliança entre Deus e seu povo, estreita os laços de amor e de fidelidade. A tradicional execução do Salmo Responsorial é dialogal: o povo responde com um curto refrão aos versos sálmicos, cantados por um solista. Deve ser cantado ou proclamado do ambão.
 
Forma:Há duas maneiras de se proclamar os versos dos Salmos: por versículos ou por estrofes.
No Hinário Litúrgico Volume III encontram-se salmos e refrãos próprios para cada domingo do Tempo Comum (anos A, B e C), cantados com uma mesma melodia durante alguns domingos "congêneres", para facilitar a participação do povo.
Outros Salmos e refrãos, com ou sem arranjos, podem ser usados, mais sempre em forma dialogal e em sintonia com o tempo litúrgico, a festa ou ocasião.
Como "parte integrante da Liturgia da Palavra", este Salmo é sempre um texto bíblico, comumente extraído do Saltério.
O canto do Salmo, ajustado à Leitura que o precede, não pode ser substituído, então, por um canto qualquer sobre a palavra de Deus, como durante um certo tempo se andou fazendo com os chamados "cantos de meditação", por falta, é claro, de cantos apropriados, o que não é mais o caso após a introdução do hinário Litúrgico.
Para facilitar a acolhida da Palavra de Deus, é recomendável breve período de silêncio entre a leitura e o canto do Salmo Responsorial.
 
Dica:É recomendável ao Salmista que ao "chegar" no ambão faça um breve momento de silêncio e logo em seguida diga o número do Salmo que será cantado.
Em caso de Ministérios de Música que tenham mais de dois cantores é recomendável que um deles se ponha na celebração apenas como salmista, ou seja, seu canto fique em exclusividade do Ministério do Salmo que deve ser a parte dos demais.
O salmista assim não cante as outras partes da missa, ficando o mesmo no altar e adentrando na procisão de entrada a frente e segurando a Cruz.
 
Melhores exemplos:
Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/05/como-escolher-msicas-para-missa-com_07.html

ALELUIA


O "Aleluia"
 
Função:
A aclamação "Hallelu-Jah" ("Louvai ao Senhor!"), que tem sua origem na liturgia judaica, ocupa lugar de destaque na liturgia cristã. Mais do que apenas ornamentar a procissão do Livro, sempre foi a expressão de acolhimento solene de Cristo, que vem a nós por sua palavra viva, sendo assim manifestação da fé nesta presença atuante do Senhor. No caso de uma procissão da Bíblia ( ou Lecionário) já ter sido feita antes da primeira leitura, poderia ser executada uma dança (litúrgica) antes da proclamação do evangelho, ao ser cantado o Aleluia.

Forma:Por ser diferente do Salmo Responsorial, o verso entre o canto duplo do "Aleluia", em geral, é uma citação do evangelho que se segue.
No tempo em que o "Aleluia!" é omitido, cante-se um verso aclamativo da Sagrada Escritura ( por exemplo, 1Tm 6,16 ou 1Pd 4,11 ou Ap 1,6).
O "Aleluia" ou o versículo antes do Evangelho podem ser omitidos, quando não são cantados, e substituídos por um momento de reflexão em silêncio.
é de bom costume repetir o "Aleluia!" após o Evangelho, como já ocorre em algumas comunidades.
Depois da leitura, que precede imediatamente o Evangelho, canta-se o Aleluia ou outro cântico, indicado pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico. Deste modo a aclamação constitui um rito ou um ato com valor por si próprio, pelo qual a assembléia dos fiéis acolhe e saúda o Senhor, que lhe vai falar no Evangelho, e professa a sua fé por meio do canto. É cantada por todos de pé, iniciada pela sachola ou por um cantor, e pode-se repetir, se for conveniente; mas o versículo é cantado pela sachola ou pelo cantor.
 
Dicas:O Aleluia canta-se em todos os tempos fora da Quaresma. Os versículos tomam-se do Lecionário ou do Gradual.
Na Quaresma, em vez do Aleluia canta-se o versículo antes do Evangelho que vem no Lecionário. Também se pode cantar outro salmo ou tracto, como se indica no Gradual.
No caso de haver uma só leitura antes do Evangelho: a) nos tempos em que se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo aleluiático, ou o salmo e o Aleluia com o seu versículo; b) no tempo em que não se diz Aleluia, pode escolher-se ou o salmo e o versículo antes do Evangelho ou apenas o salmo;
c) O Aleluia ou o versículo antes do Evangelho, se não são cantados, podem omitir-se.
No
caso de Aleluia já pronto, como por exemplo "Aleluia quando estamos unidos" (Padre Zeca -cd Deus é Dez), troca-se o versículo entre o Aleluia (no caso: "quando estamos unidos") pelo do dia. Pode-se manter a melodia mais não este versículo que é único a cada dia.
 
Melhores exemplos:
Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/05/como-escolher-msicas-para-missa-com_09.html

CREIO

O "Creio"
 
Função:
Por esta "Profissão de Fé" a assembléia responde à Palavra de Deus, proclamada na Liturgia da Palavra, confirmando para si mesma a regra de fé, no momen,to em que passa a celebrar a Liturgia Eucarística.

Forma:
O "Símbolo" da fé é o texto que tem sido menos musicado por nossos compositores, desde a introdução do vernáculo no Brasil.
Se for cantado, que seja numa simples cantinela evitando uma extensa e complicada estrutura musical.
Também para o canto do "Creio", a forma alternada em dois grupos é a mais indicada.

Melhores exemplos:

Creio (Enredados -cd Enredados 2007 vol. 1) -Vídeo

Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/08/como-escolher-msicas-para-missa-com_9172.html

ORAÇÃO UNIVERSAL

A "Oração Universal"
 
Função:
Na "Oração Universal", ou Oração dos Fiéis, exercendo sua função sacerdotal, o povo suplica por toda a humanidade.
 
Forma:Conhecemos várias. A primeira e mais solene é a da Sexta-feira da Paixão, em que as intenções também são cantadas.
A segunda: a assembléia responde às intenções proferidas pelo diácono, o cantor ou algum outro, com uma súplica, preferivelmente cantada, a fim de favorecer a unidade.
A terceira: todas as intenções são incluídas numa só oração, à qual se responde uma só vez.
Uma forma alternativa poderia ser a ladainha.
Finalmente, existe ainda a forma de anúncio das intenções seguido de silêncio orante, que poderia ser acompanhado de conveniente fundo musical. 



Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/08/como-escolher-msicas-para-missa-com_23.html

OFERTÓRIO

O canto de apresentação das oferendas
 
Função:
Este canto,que acompanha o gesto de colocar os bens em comuns, para as necessidades da comunidade )Rm 12,1-2: Ef 4,28), juntamente com o pão e o vinho que serão consagrados e partilhados na Ceia do Senhor, serve de introdução ("Ouverture") à Liturgia Eucarística, à refeição-memorial do Senhor. Não é sempre necessário nem desejável,principalmente quando não há uma procissão mais solene dos dons, embora seja muito apreciado pela nossa prática litúrgica pós-conciliar.
 
Forma:Conforme mostram as Antífonas, previstas no "Graduale Romanum", porém não incluídas no "Missal Romano", a letra deste canto não precisa falar, necessariamente de pão e de vinho ou de ofertório, mas pode ser um texto apropriado de louvor, de acordo com o tempo litúrgico.
Na tradição do Canto Litúrgico no Brasil, desde a introdução do vernáculo, o "Canto de Apresentação das Oferendas" chegou a tornar-se um momento em que o povo deseja expressar sua disposição de querer oferecer sua vida, sua luta e trabalho ao Senhor, o que parece ter um alto valor existencial e espiritual.
O término deste canto não precisa coincidir com o fim da "apresentação das oferendas", mas ele pode ser cantado inteiramente, para permitir oportuno momento de intervalo entre a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística.
Na introdução do Misssal se diz: Este canto é executado alternadamente pela Escola dos Cantores e pelo povo, ou pelo cantor e o povo, ou só pelo povo ou só pela escola.
Neste momento, uma música instrumental ou então um canto polifônico do coral seriam, também, adequados, funcionando assim como um espécie de interlúdio entre a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística.
A forma mais adequada e completa deste rito seria praticada se os três momentos fossem observados: a) procissão das oferendas (pão , vinho e água); b) apresentação dos dons (ambas acompanhadas por um canto); c) oração, seguida da aclamação "Bendito seja Deus para sempre!".
 
Dicas: Este canto não precisa falar necessariamente, do evangelho, tampouco, traduzir o seu sentido. Mas tem que estar de acordo com o tempo litúrgico e com o sentido das Solenidades da Igreja.

Melhores exemplos:
  • Só em ti viver (Agnus Dei -cd 1993-1994) -Cifra
  • Sobe a Jerusalém (Liturgia -cd Celebrações Especiais vol 3) -Cifra
  • Oferta de amor (Ministério Koinonya de Louvor -cd Adoremos Eternamente) -Cifra
Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/05/como-escolher-msicas-para-missa-com_17.html

SANTO

O "Santo"
 
Função:
Para concluir o Prefácio da Oração Eucarística ou então para cantar o louvor de Deus na Celebração da Palavra, o povo todo aclama o Senhor com as palavras que Isaías ouviu os Serafins cantarem no templo, na sua visão (Is 6,3 e Mt 21,9).
 
Forma:
O ideal seria se o "Santo" estivesse no mesmo tom em que o Prefácio foi cantado.
Por este canto pertencer à comunidade toda, eventuais arranjos de vozes para o coro nunca impeçam a participação do povo, mas antes de a favoreçam e a reforcem.
Recomenda-se que o canto se atenha à própria aclamação, sem se introduzir alterações no texto, mediante paráfrases.
 
Dicas:Devemos evitar usar como o "Santo" músicas como; "Eu celebrarei"; "Hosana"; "Santo dos Anjos"; "Santo é Senhor Javé". Estas músicas podem ser usadas em outros momentos da Santa Missa mas não como o "Sanctus". Este canto deve ser a orção do Santo: "Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo, o Céus e Terra proclamam vossa glória Hosana nas Alturas, bendito o que vem em nome do Senhor Hosana nas Alturas".
Pode-se repetir o "
Santo, Santo, Santo" no final da música tal como o "Hosana nas Alturas".
 
Melhores exemplos:
  • Santo é o Senhor (Comunidade Shalom -cd Na Dança da Vida) -Cifra
  • Santo (Padre Cleidimar Moreira -cd Neste nome há poder) -Cifra
  • Santo é Senhor Deus (versão: Comunidade Canção Nova)

Obs: No Santo do Padre Cleidimar Moreira, o final da música que diz; "Tu és Santo,Tu és Santo,Tu és Santo Senhor", não deve ser cantado na Missa, pois, afastaria a música do Sentido do "Santo-Sanctus".

Fonte: http://msbvalenca.blogspot.com/2008/05/ofertrio-o-santo-funo-para-concluir-o.html

VIA SACRA